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quarta-feira, 30 de junho de 2010

KAKÁ E A PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA

Kaká nega dores e reclama de perseguição religiosa
 
Dias depois da vitória do Brasil por 3 a 1 sobre a Costa do Marfim e de sua expulsão no fim do jogo que o afastará do compromisso diante de Portugal, o meia Kaká assegurou em entrevista coletiva nesta terça-feira que não está mais sentindo dores no púbis. E que não se preocupa com os dias a mais que terá de ficar parado por conta da suspensão automática.


“A minha recuperação vem sendo muito boa, e o principal é na forma física ativa, dentro de campo. Já consegui fazer algumas jogadas mais rápidas nesse último jogo. São sete dias que eu tenho para me preparar, e acho que isso não vai atrapalhar”, afirmou o jogador do Real Madrid nesta terça-feira. “Eu sinto dores, mas não na região do púbis. Sinto dores como todos os atletas sentem depois dos jogos, mas isso não me atrapalha em nada.”

“A cirurgia no púbis depois da Copa não é uma coisa em que eu penso. A grande maioria dos médicos não aconselha, mas será feita uma avaliação profunda depois da Copa.”

Questionado sobre a interrupção de seu recondicionamento dentro de campo, ganhando maior ritmo de jogo com a sequência das partidas, Kaká também fez questão de demonstrar sua confiança. Ele vê até um lado positivo com sua ausência na partida contra os portugueses. “Atrapalha um pouco essa evolução que eu vinha tendo. Mas tem um lado positivo: posso ter uma semana para fazer um trabalho de fortalecimento muscular para melhorar a forma física e pronto para jogar as oitavas de final”, diz.

O jogador mais importante da seleção brasileira admitiu que esteve longe de seu melhor nível dos amistosos contra Zimbábue e Tanzânia e na estreia no Mundial diante da Coreia do Norte, mas detectou uma nítida evolução no duelo com os marfinenses. “Eu fui evoluindo nos treinos, e nos amistosos e realmente eu não estava tão à vontade. No primeiro jogo, ainda tinha um pouco de receio, mas contra a Costa do Marfim já fiz muitas coisas que já estou acostumado. É um alívio. Agradeço a todos que me ajudaram na recuperação.”

Após uma temporada difícil, marcada por lesões, e pela preocupação neste início de Copa do Mundo, Kaká admite que a cobrança em relação ao seu futebol aumentou. Mas garante estar preparado para lidar com ela. “Eu passei por muitas dificuldades físicas ao longo da temporada. Eu sempre procurei ter uma vida de atleta, bem regrada. Isso é o que mais me incomodava, de não conseguir atingir o auge da minha forma física”, afirma. “Em relação à cobrança, isso é normal. Não foi por acaso que eu cheguei onde cheguei e aprendi a conviver com essa cobrança.”

Profissão de fé

O momento de maior contundência durante a entrevista coletiva ficou reservado para uma resposta de Kaká ao repórter André Kfouri, da ESPN Brasil, que questionou o jogador a respeito das dores no púbis. Depois de afirmar que não havia motivo para grandes preocupações, o meia-atacante aproveitou para responder ao jornalista Juca Kfouri, comentarista dos canais ESPN, que escreveu em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo que a lesão pubiana é mais grave do que se esperava inicialmente.

“O problema do Juca Kfouri em relação a mim já vem de algum tempo. Ele resolveu voltar seus canhões contra mim, voltou a artilharia, e o que me incomoda é que o problema dele comigo não é profissional”, atacou Kaká, não poupando o jornalista, que não estava presente na coletiva. “O problema é que ele não aceita essa minha fé em Jesus Cristo. Da mesma maneira que eu o respeito como um ateu, peço que ele me respeite como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Que respeite não só a mim, mas aos milhões de brasileiros que seguem Jesus Cristo.”

Durante sua carreira, poucas vezes Kaká falou com tanta contundência do assunto religioso, ainda que o tema não tenha sido mencionado por Kfouri.

Em coluna publicada na Folha, Juca escreve que Kaká “está sofrendo para jogar esta Copa do Mundo e pode, como Guga (o ex-tenista Gustavo Kuerten), até encerrar sua bela trajetória no futebol muito mais rapidamente do que gostaria”. Diz o texto: “O mesmo problema que o maior tenista brasileiro de todos os tempos enfrentou no quadril Kaká enfrenta no púbis, segundo confidências de médico para médico que chegaram ao conhecimento da coluna horas antes de o Brasil enfrentar a Costa do Marfim”.

Evangélico, Kaká é muito ligado à Igreja Renascer em Cristo, fundada pela bispa Sônia Haddad Moraes Hernandes e por seu marido, Estevam Hernandes Filho, e nunca escondeu sua opção religiosa nem a amizade com o casal.

Fonte: ESPN Brasil

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