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segunda-feira, 29 de março de 2010

EX-BBB FALANDO SOBRE BBB

Ex-BBB: Deus não tem parte com aquelas cenas

Intrigas, romances e imprevistos comportamentos - elementos intrínsecos de qualquer relação social - têm sido as principais apostas dos reality shows formados por anônimos, em que ninguém é reconhecido publicamente o suficiente para atrair o interesse de uma considerável audiência. A atenção recai sobre o que alguém "comum" pode fazer.

Deu certo no mundo; funcionou no Brasil. O Big Brother Brasil chegou à sua décima edição e, para renovar o fôlego, selecionou competidores "extravagantes". "Esse ano o BBB é dos homossexuais. O programa é deles, e quem vai ganhar é um deles", disse Natália Nara, que participou do BBB 5 e após ter sido capa da Playboy se converteu ao Evangelho.

Em entrevista ao Guia-me, a cearense que ficou confinada mais de mês na casa do Projac, conta como lida com o título de ex-BBB, o que pensa do atual programa e sobre evangélicos darem uma "espiadinha" no reality de maior audiência do país. "O Big Brother 'cai com uma luva', é a realização dos brasileiros. Ali o povo encontra seus ídolos, eles são pessoas que eram excluídas socialmente, tiveram um passado sofrido e num tempo recorde ficaram famosas, milionárias e queridas. Qual o brasileiro não quer ser um vencedor do programa Big Brother Brasil?", afirmou.

"Tentei assistir, mas vi que Deus não tem parte com aquelas cenas e aquelas conversas. O Espírito Santo, ele mesmo me diz: 'Não é bom para você, desliga isso, não vai te trazer vida. Jesus é a luz que ilumina todo homem. Onde ele está, as coisas imundas e podres desse mundo vem à tona, impressionante!'", destacou Natalia que lidera uma célula na Igreja Bola de Neve, em Fortaleza (CE).

 
Guia-me: O que a motivou querer participar do Big Brother Brasil 5? O que influenciou mais na sua decisão: a fama instantânea ou o prêmio de R$ 1 milhão?
Natália Nara: Apresentava um programa numa TV em Fortaleza. Por isso, queria maiores oportunidades na área e o prêmio de R$1 milhão também.

 
Guia-me: Como é para você ser reconhecida como ex-BBB?
Natália Nara: Foi uma experiência importante em minha vida, não posso negar o que vivi, simplesmente por existir uma má fama de que ex -BBB é "arroz de festa" ou celebridade instantânea. Não gosto e não aceito ser comparada como tal, por que sempre estudei, estou na 3º faculdade, aprendendo uma 2º língua estrangeira, não ando em festinhas e não entrei no programa pra ganhar 15 minutos de fama, já trabalhava na comunicação, precisava de oportunidade, e não de fama.

 
Guia-me: Você chegou a ver o BBB 10? O que achou?
Natália Nara: Vi algumas cenas. Achei que esse ano o BBB é dos homossexuais. O programa é deles, e quem vai ganhar é um deles.

 
Guia-me: O BBB que você participou teve como vencedor o professor Jean Willys, homossexual assumido. Nesta edição, ao menos três participantes são gays. Você acredita que incluir homossexuais contribui para discussão do preconceito, ainda esta não seja a finalidade do programa?
Natália Nara: O Brasil sempre gostou de exaltar os "excluídos". Existe uma carência de ídolos em nosso país; não temos alegria em nossos políticos; nossa música tem uma mistura do "enlatado americano"; nossos artistas não dão bom exemplo na vida real, falam de integridade e traem suas esposas, suas origens; nossa polícia e nossos professores não são reconhecidos, ganham pouco (isso eu acho um absurdo) se corrompem, ou se conformam e não trazem mudança para próxima geração. Não generalizo, tudo bem? Falo de uma maioria que representa o povo brasileiro. Faço questão de falar, porque infelizmente alguns de nossos jornalistas fazem edições tendenciosas nos textos de entrevistados para vender revista, também não temos ídolos na comunicação. Sou estudante de jornalismo e sei disso.

O Big Brother "cai com uma luva", é a realização dos brasileiros. Ali o povo encontra seus ídolos, eles são pessoas que eram excluídas socialmente, tiveram um passado sofrido e num tempo recorde ficaram famosas, milionárias e queridas. Qual o brasileiro não quer ser um vencedor do programa Big Brother Brasil?

Nada contra os homossexuais. O amor é o maior de todos os dons. Deus mandou amar o meu próximo como eu amo o próprio Deus. Amo meus amigos homossexuais, sei que eles têm uma história difícil na família, são incompreendidos na rua, sei como eles são sensíveis. Nosso papel é amar cada um e não usar suas condições como espetáculo nacional, fazer deles estereótipos cômicos. Acho um absurdo quando alguma amiga diz que tem um amigo gay pra rir,fofocar, falar de moda, se divertir na balada... eu afirmo: -Eles não são chaveiros! Deus os ama muito, os ama mais do que muita gente que se acha bom, eles são preciosos para Jesus.

Eu os amo e os aceito, porém, tenho meu ponto de vista sobre sexualidade; a mulher foi feita pro homem e o homem para a mulher. A própria anatomia do corpo revela o quanto Deus foi feliz em nossa criação.

 
Guia-me: Para a edição deste ano, o diretor Boninho optou por uma mistura variada e dotada de personalidades polêmicas como um drag-queen, um gay afeminado e uma lésbica assumida. Você avalia essa seleção como apelativa ou condiz com a pretensão de dar um novo fôlego ao programa que está em sua 10ª edição?
Natália Nara: Eu acho que os homossexuais no Brasil têm dinheiro, por que muitos não têm família, filhos... Eles são independentes, gostam das artes visuais e acompanham assiduamente esse tipo de entretenimento, por isso, ligam muito para votar e geram mais lucro para o programa.

 
Guia-me: Ainda que o programa tenha registrado recordes negativos em relação a audiência, ele se matêm líder na preferência dos telespectadores. Qual a sua opinião sobre evangélicos darem uma "espiadinha" no reality?
Natália Nara: Acho que o evangélico é aquele que vive o evangelho, a Bíblia, o manual de instrução do homem. A Bíblia diz que devemos fazer parte desse mundo, dentro de outro mundo, dentro da vontade de Deus, longe de toda sujeira que é lhe é inerente.

Deus nos deu sabedoria e discernimento sobre o bem e o mal. Ele disse que nós somos seus filhos, ele é Rei, nós reinamos nessa terra por que somos co-herdeiros de Jesus. Deus quer que o evangelho dele seja pregado nos quatro cantos do mundo, e para isso ele conta conosco. Então, chega de ficar o dia todo trancado numa igreja, comendo chuchu e beterraba, chega desse padrão religioso que fez com que a geração passada de evangélicos se revelasse como pessoas que nem o português sabiam falar.

Jesus falava com todos os tipos de pessoas, era totalmente sociável, jantava na casa das pessoas, falava com prostituta,mendigo, cobrador de imposto...era normal como nós deveríamos ser.

Deus está levantando uma geração que estuda, se informa, que fala da vontade do Senhor na mídia, nas faculdades, na política. Ache ruim quem achar. Uma geração que tem o evangelho de Jesus Cristo na ponta da língua e principalmente arraigado no sangue. Que está ligado em tudo que acontece no mundo mas que, sabe selecionar o que vê na televisão, na internet, nos outros meios de comunicação, na rua entre amigos, em seu trabalho...

Nós também precisamos entender sobre política, por que a Bíblia fala sobre o anti-Cristo. Sim, ele virá, como um político muito influente. Nós precisamos ter vereadores, deputados e presidentes de Deus governando. Eu sei que o que está escrito por Deus não pode ser mudado, mas podemos nos apressar em pregar o evangelho de acordo com as mudanças mundiais, não podemos? Não é esse o nosso papel como cristãos?

O Povo de Deus precisa se informar sobre tudo que acontece no mundo.

Isso me fez lembrar quando foi lançado o filme 2012 no cinema, o Apocalipse segundo os Maias. As pessoas acham que apocalipse é o fim do mundo, mas significa revelação. Eu disse que ia assistir e uma irmãzinha virou e disse:

" - Você vai mesmo? Olha que esse filme fala de uma profecia dos Maias."

Ela quase disse que os Maias são um povo do diabo. Eu fiquei triste, mas respeito a condição de cada um. Fui assistir ao filme, orei antes (como sempre faço ao ver um filme ou ler um livro), pedi a Deus que o Espírito Santo ministrasse em meu coração sobre aquela história e pronto. Se o filme tivesse algo que fosse escandalizar, o Espírito Santo teria me convencido. Tenho certeza de que eu sairia do cinema e iria ver outro filme. O olho é a janela para a alma.

Já o Big Brother, tentei assistir, mas vi que Deus não tem parte com aquelas cenas e aquelas conversas. O Espírito Santo, ele mesmo me diz: "Não é bom para você, desliga isso, não vai te trazer vida". Jesus é a luz que ilumina todo homem. Onde ele está, as coisas imundas e podres desse mundo vem à tona, impressionante!

 
Guia-me: Antes de entrar na casa, os participantes ficam por volta de uma semana confinados em um hotel. Esse tempo de isolamento contribuiu para que você entrasse no jogo já abalada psicologicamente?
Natália Nara: Sim, sem dúvidas. Eu fiquei 7 dias, sem sair para nada, com a janela trancada, e 20 cm de cortina aberta. Sem telefone, sem televisão, sem mp3, sem falar com outra pessoa, nada! Nós saímos de lá querendo um abraço de alguém, é estranho.

 
Guia-me: Você acredita em alguma forma de manipulação do programa?
Natália Nara: A edição, como qualquer outra num meio de comunicação tão persuasivo como a televisão é tendenciosa. A televisão é uma máquina de dinheiro, quanto mais lucro, melhor!

Guia-me: Como a Natália Nara, participante do Big Brother Brasil, se definiria? E a Natália Nara convertida?
Natália Nara: A participante do programa era uma filha mimada. A Natália Nara é agora uma filha amada.

Fonte: Guia-me

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