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segunda-feira, 19 de abril de 2010

5º - ILHAS MALDIVAS

A igreja perseguida nas Maldivas

A República das Maldivas é um grande arquipélago de 1.190 ilhas, localizado 1.600 km a sudoeste da Índia. Essas ilhas de coral agruparam-se em 26 atóis; 200 ilhas são habitadas, e 80 são resorts para turistas.

Os maldívios são uma mistura de indianos, cingaleses e árabes. Aproximadamente 18% da população é formada por imigrantes que trabalham na indústria do turismo. Aproximadamente 675 mil turistas visitam as ilhas anualmente.

Anni, o atual presidente do país, é um ex-prisioneiro político. Ele foi eleito nas primeiras eleições multipartidárias do país, em outubro de 2008.

Anni derrotou o presidente Maumoon Abdul Gayoom no segundo turno das eleições. Gayoom dirigia as Maldivas havia 30 anos, sendo eleito por seis vezes consecutivas.

Grupos de direitos humanos acusavam o ex-presidente Gayoom de dirigir um Estado autocrático. A prova disso foram as diversas manifestações violentas contra o governo que tomavam conta das ruas.

Em agosto de 2008, Gayoom ratificou uma nova Constituição a qual abria caminho para as primeiras eleições multipartidárias das Maldivas.

O turismo é a maior fonte de renda do país, responsável por 28% do Produto Interno Bruto. Mais de 90% da receita fiscal do governo vêm das taxas de importação e impostos relacionados ao turismo. A pesca é o segundo setor principal.

A Igreja
Acredita-se que o cristianismo seja praticado apenas por turistas e trabalhadores estrangeiros. Basicamente, os cultos são realizados por pequenos grupos que se reúnem em casas para leituras bíblicas informais.

A perseguição
Como o islamismo é a religião oficial das Maldivas, seu sistema legal baseia-se nas leis muçulmanas. Os direitos individuais são reconhecidos, mas não podem contrariar o islã. Consequentemente, a evangelização é totalmente proibida.

Até 1985, não havia cristãos conhecidos entre o povo maldívio, porém, nos últimos anos, pequenos grupos de novos convertidos têm se reunido para cultuar a Deus e estudar a Bíblia.

De acordo com a organização inglesa Christian Solidarity Worldwide, 50 cristãos maldívios foram presos devido à sua fé. As autoridades muçulmanas decidiram buscá-los e prendê-los após a transmissão de um programa de rádio cristão na língua local. Na cadeia, o grupo foi pressionado a renunciar à fé cristã e a retornar ao islamismo. Segundo informações, estes cristãos ainda foram forçados a participar de orações islâmicas e a ler o Alcorão.

A última prisioneira do grupo a ser libertada foi uma mulher de 32 anos, Aneesa Hussein. Antes de se converter, ela havia discutido e debatido a fé cristã por vários meses. A princípio, ela não via muita diferença entre o cristianismo e o islamismo, mas reconsiderou a questão quando seu marido divorciou-se dela. Aneesa orou por aquela situação e, segundo o relato de uma amiga, ao longo de algumas semanas Deus tocou o coração de seu marido para que ele não a abandonasse. Essa mesma amiga diz que Aneesa encarou a mudança como uma resposta de Deus e passou a querer saber mais sobre Jesus. Aos poucos, ela cresceu na fé e aprendeu a perdoar, e as relações com o ex-marido melhoraram.

Quando estava na prisão, um oficial ameaçou matá-la alegando que ela era infiel. Ainda assim, Aneesa relatou que sentia a presença real de Deus no cárcere e que estava consciente de que seus irmãos cristãos no mundo todo a apoiavam por meio de orações.

Informações fornecidas por adolescentes também foram responsáveis pelo início da onda de prisões nas ilhas. Um dos informantes era o próprio filho de Aneesa. Ela foi confinada em isolamento e advertida de que permaneceria na solitária até que retornasse ao islamismo. Ainda assim, ela disse ao seu marido: "Eles podem me manter na prisão por dez anos, mas jamais retornarei ao islamismo. Não há nada no islã para mim".

Os cristãos maldívios não ficaram surpresos com as prisões. Eles haviam lido sobre a perseguição na Bíblia, mas sabiam que o poder, o amor e a presença de Deus estariam com eles auxiliando-os a superar aquela situação. A fé daquele grupo provocou forte impacto sobre os demais maldívios. Pela primeira vez, viram seus compatriotas persistirem voluntariamente na fé cristã apesar dos sacrifícios, sofrimentos e hostilidades. Além da perseguição oficial, os cristãos também costumam ser marginalizados por suas famílias e muitos perdem seus empregos.

As Maldivas podem ser um paraíso turístico, mas, como a própria amiga de Aneesa diz, há padrões culturais muito sombrios debaixo da aparência idílica, e o perdão é algo raro. Além disso, as pessoas acreditam e se desesperam com o inferno, pois no islamismo há pouca esperança de se alcançar o céu. Na fé muçulmana, não há cruz, ressurreição ou salvação, e são poucos os sinais que indicam interesse ou amor de Deus pelo indivíduo.

Nesse momento, os maldívios estão começando a reconhecer que o poder de decidir qual é a suprema verdade para todos os cidadãos não deveria estar nas mãos de alguns poucos indivíduos.

Motivos de oração

1. A Igreja está perdendo convertidos ao islã. Ore pedindo vigor renovado para os cristãos, a fim de que possam descobrir novos meios de evangelizar e implantar igrejas.

2. A Igreja maldívia sofre com a falta de interesse mundial. Ore para que cristãos em todo o mundo desenvolvam uma visão pelas Maldivas, até mesmo para servir como missionários no país. Ore para que os cristãos do Sri Lanka desenvolvam ministérios evangelísticos que alcancem bons resultados nas ilhas.

3. A economia é baseada na atividade turística. Ore para que cristãos estrangeiros façam viagens de oração e de reconhecimento para as Maldivas, desenvolvendo e alimentando a visão da Igreja mundial sobre o país.

Fontes
- 2008 Report on International Religious Freedom
- BBC Country profile
- Países@
- The World Factbook
 
Via: Missões Portas Abertas

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