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segunda-feira, 19 de abril de 2010

7º - IÊMEN

A igreja perseguida no Iêmen
 
O Iêmen localiza-se na Península Arábica e faz fronteira com a Arábia Saudita ao norte e com Omã ao oeste. O país situa-se sobre uma importante cadeia de montanhas que separa uma pequena faixa litorânea dos desertos ao norte e no interior da Península Arábica. O relevo é caracterizado pela presença de inúmeros vales onde se pode cultivar uma grande variedade de produtos agrícolas.

População
Os iemenitas, na maioria, são agricultores, pescadores ou artesãos que fornecem produtos aos varejistas das áreas urbanas. Os setores de serviços, construção civil, indústria e comércio ocupam menos de um quarto da força de trabalho. O desemprego é alto no país: 35% da população está desempregada.

No Iêmen, é comum o cultivo do khat. Quando suas folhas são mastigadas ou utilizadas em chás, produzem um efeito alucinógeno. Diz-se que é o vício em khat que paralisa a população iemenita, mergulhada em miséria e pobreza.

O Iêmen é o mais pobre dos países árabes, 42% da população está abaixo da linha nacional de pobreza. Há, porém, uma pequena elite, formada por pessoas extremamente ricas. O governo, dominado pela elite econômica, é repleto de heróis de guerra. O serviço militar é obrigatório no país e as bases militares estão espalhadas pelo campo.

O islamismo é a religião oficial do país. O norte é mais conservador e deseja a implantação radical da sharia (lei islâmica), enquanto o sul mantém uma posição mais moderada. Quase todos os habitantes são muçulmanos. Os zaiditas (seita xiita moderada) são 45% da população e os xafa"is (seita sunita) são 55%.

Por causa do alto índice de analfabetismo (50%), a TV e o rádio são recursos vitais para a transmissão de notícias aos iemenitas. Entretanto, o Ministério da Informação administra todas as transmissões por meio da Corporação Pública para Rádio e Televisão. Ele controla a maior parte da imprensa e financia alguns jornais. A imprensa é estritamente controlada, e jornais são frequentemente processados por causa de artigos políticos.

História
Impérios ligados ao comércio ocuparam o atual território do Iêmen entre 1200 a.C. e 525. No século X a.C., a região abrigou o Reino de Sabá, mencionado no Velho Testamento. O islamismo, por sua vez, chegou ao país no século VII.

A história do Iêmen é recheada de guerras. Até 1990, o Sul e o Norte eram duas nações politicamente distintas, embora fossem interligadas econômica e culturalmente. No fim da década de 1980, o Iêmen do Sul renunciou ao comunismo e iniciou um diálogo com o Iêmen do Norte, o qual resultou na unificação das duas nações em maio de 1990. Em 1994, o Sul tentou tornar-se independente outra vez, mas foi derrotado após dois meses de guerra civil.

Desde o fim de 2007, conflitos deixaram mortos no país, principalmente travados entre rebeldes e forças de segurança.

A partir de 2000, o país também passou a ser palco de atentados terroristas.

Em outubro de 2000, aconteceram dois ataques terroristas no território iemenita. No primeiro, o navio de guerra norte-americano USS Cole atacado no porto de Aden, e 17 norte-americanos morreram. Mais tarde, uma bomba explodiu na embaixada britânica. Os culpados disseram que o ato foi feito em solidariedade aos palestinos.

No ano seguinte, o presidente iemenita visitou os EUA e prometeu combater o islamismo. Como resposta, expulsou do país mais de cem estudiosos islâmicos estrangeiros, suspeitos de terem ligações com a al-Qaeda.

Entretanto, em setembro de 2008, outro ataque à embaixada - dessa vez, norte-americana, na capital - mata 18 pessoas.

Em 15 de março de 2009, outro atentado a bomba matou quatro turistas na cidade turística de Shibam, o maior reduto da Al-Qaeda no Oriente Médio, a quem os policiais atribuíram o atentado.

A Igreja
Enquanto o Iêmen estava sob o domínio do Império Romano, o cristianismo se estabeleceu na região, por volta do século IV.

O islamismo chegou à região no ano 630 e o país se tornou um califado. Com o avanço do islamismo, os cristãos foram expulsos.

Atualmente, há cerca de 3 mil cristãos no país, refugiados ou imigrantes na maioria. Na cidade de Aden, um porto ao sul do país existe três igrejas católicas romanas e uma anglicana.

Há pouquíssimos iemenitas convertidos. Eles ainda não estão organizados em uma igreja regular. Muitos deles chegaram ao conhecimento de Jesus Cristo por meio de transmissões radiofônicas. Eles mantêm suas identidades religiosas em sigilo, pois temem o que pode lhes acontecer se forem descobertos.

Missionários e ONGs cristãs afiliadas a grupos de ajuda operam no país, e a maioria deles restringe suas atividades às áreas médica, social e educacional.

A perseguição
A Constituição declara que o islamismo é a religião do Estado e que a sharia é a fonte de toda legislação.

O governo proíbe os não-muçulmanos de evangelizar. Sob o islamismo, na forma como é aplicado no país, a conversão de um muçulmano para outra religião é considerada apostasia, crime punível com a morte.

A perseguição é perpetrada principalmente pela família e sociedade, contra os muçulmanos que abandonam o islamismo.

Bilquis conheceu o evangelho quando ouviu uma rádio cristã. A mensagem tocou seu coração e ela desejou saber mais sobre o cristianismo. Surpreendentemente, ela descobriu que havia uma mulher cristã morando perto de sua casa e elas começaram a estudar a Bíblia juntas. Sua família, porém, suspeitou de seu interesse no cristianismo e a agrediu. Bilquis ainda se encontra com sua vizinha cristã, mas vive sob medo constante. Ela sabe que, se seus familiares descobrirem, será novamente agredida e ficará confinada dentro de sua casa.

Motivos de oração
1. Os iemenitas sofrem por não conhecerem o evangelho. O islamismo já domina o Iêmen por mais de mil anos. Ore para que o evangelho ganhe mais terreno no país.

2. São necessárias formas criativas de levar o evangelho ao Iêmen. Ore pelos cristãos que trabalham no país e têm a chance de testemunhar de forma discreta. Alguns têm obtido êxito em compartilhar as boas novas.

3. A única comunhão de alguns cristãos são os programas das rádios cristãs. Transmissões de rádio têm sido responsáveis por centenas de conversões secretas. Ore pela continuidade da eficácia das rádios e pelo desenvolvimento de métodos que promovam o relacionamento entre os cristãos que mantêm sua fé em sigilo.

4. Muitos convertidos iemenitas sentem-se completamente solitários, ainda que estejam rodeados por seus familiares muçulmanos. A descoberta poderia levar à prisão, condenação e até a morte. No entanto, sem ter ninguém com quem se relacionar, muitos convertidos correm o risco de abandonar o recém-descoberto relacionamento com Cristo.

5. Os lideres do país necessitam de um relacionamento com Jesus Cristo. Ore para que os governantes aprovem e cumpram leis que assegurem a liberdade religiosa, permitindo o livre exercício da religião e a evangelização. Peça pela conversão dos governantes.

Fontes
- 2008 Report on International Religious Freedom
- BBC Country profile
- Portas Abertas Internacional
- Países@
- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Human Development Reports
- The World Factbook
Via: Missões Portas Abertas

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