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segunda-feira, 19 de abril de 2010

8º - MAURITÂNIA

A igreja perseguida na Mauritânia

Banhada pelo Atlântico Norte, a Mauritânia está localizada no noroeste da África, entre o Senegal e o Saara Ocidental, possuindo ainda fronteiras com a Argélia e Mali. O território da Mauritânia abrange mais de um milhão de quilômetros quadrados, uma área equivalente a quatro vezes o Estado de São Paulo. O relevo mauritano é caracterizado principalmente pelas áridas planícies do deserto do Saara, ocorrendo algumas formações montanhosas.

População
De toda a população mauritana, 41% é de crianças com menos de 14 anos de idade.

Várias etnias compõem a população. Os mouros (árabes e berberes) são 30%; os negros (diversas etnias de origem africana) são outros 30%. E a mistura de mouros e negros completa os 40% restantes.

O islamismo assumiu o controle da região no século X e obteve êxito na conversão das tribos berberes. Quase todos os mauritanos são muçulmanos de tradição sunita, embora muitos também pratiquem tradições tribais.

História

A Mauritânia foi uma colônia francesa por séculos, mas obteve sua independência em 1960.

Em 1984, Maaouya Ould Sid Ahmed Taya tomou o poder em um golpe, e governou a Mauritânia com mão-de-ferro por mais de duas décadas. Uma série de eleições presidenciais realizada por ele foi vista amplamente como fraude.

Uma junta militar assumiu o poder no agosto de 2005, derrubou Taya, dissolveu o parlamento, suspendeu partes da Constituição e formou um governo de transição.

Em 19 de abril de 2007, a junta e o governo de transição entregaram o controle a Abdallahi, eleito democraticamente para a presidência. O presidente Abdallahi convocou o parlamento, devolvendo a ordem constitucional ao país.

Mas em agosto de 2008 o Exército depôs Abdallahi em um golpe de Estado e formou um conselho de Estado para dirigir a Mauritânia. O fato aconteceu depois de o presidente tentar demitir antigos comandantes do Exército.

O novo governo enfatizou a redução da pobreza, melhora da saúde e da educação e a privatização da economia.

Economia
A Mauritânia é um dos países mais pobres do mundo. Um terço das crianças é subnutrido, e quando há comida, é cara demais para que os pobres possam comprá-la.

Metade da população depende da agricultura e da pecuária para sobreviver. Muitos nômades e agricultores de subsistência tiveram de procurar sustento nas cidades durante a seca que assolou o país nas décadas de 1970 e 80.

O desemprego aflige 30% da população. Mais de 45% estão abaixo da linha nacional de pobreza. Apenas metade da população é alfabetizada.

A escravidão não foi oficialmente abolida até 1980; há ainda as acusações de bolsões de escravidão no interior. O sistema no qual o país se divide também dá margem para a escravidão: há tribos de guerreiros, tribos de músicos e tribos de escravos.

A Igreja
O cristianismo chegou à Mauritânia no início do século XX por meio de padres católicos e missionários. Os cristãos não chegam a 1% da população, somando apenas cerca de mil pessoas.

Há protestantes na capital, mas eles não têm sido capazes de iniciar nenhum trabalho de peso no país. A maior parte da atividade evangelística é dirigida a trabalhadores imigrantes da África subsaariana.

Não há igreja liderada por mauritanos. Os cristãos do país não conhecem muito do cristianismo, e têm princípios bastante influenciados pelo islamismo.

Há missionários no país. Todos eles estão envolvidos com o trabalho de organizações não governamentais (ONGs), ou possuem um emprego secular para garantir seu sustento.

A perseguição

As leis proíbem os mauritanos de ouvir o evangelho ou de se converter ao cristianismo. O governo se encarrega de manter o cristianismo longe do povo.

A lei diz que a apostasia (abandono do islamismo) resultará na morte do convertido, embora essa sentença não tenha sido executada (formalmente) nos últimos anos.

Há também artigos na lei de imprensa que restringem a impressão, a distribuição e a importação de materiais religiosos não-islâmicos, embora a posse pessoal desses materiais não seja ilegal.

A divisão da sociedade em tribos e castas dificulta ainda mais a vida dos convertidos. A tribo da qual o indivíduo faz parte é mais importante do que o país, pois as tribos existem bem antes de o país se formar. A atitude de se converter ao cristianismo é vista pela tribo como uma negação dos valores e da identidade do grupo. Isso faz com que alguns não queiram se converter, e que os convertidos não queiram revelar sua nova fé.

Novos convertidos são rejeitados pela família e pela tribo, e membros da tribo podem ser encontrados em praticamente qualquer lugar. As pessoas de origem cristã também sofrem opressão severa em sua comunidade.

Motivos de oração
1. Interceda pela jovem Igreja mauritana. Ore para que os cristãos amadureçam em sua fé. Algumas tentações, como dinheiro, podem influenciá-los a não manter seu coração puro e firme em Jesus.

2. Culturalmente, há muitas diferenças entre os grupos étnicos que compõem a população mauritana. Ore para que os líderes cristãos de diferentes etnias consigam superar as diferenças e se unirem no trabalho, tendo Jesus como exemplo.

3. A Igreja enfrenta muitas restrições em suas atividades. Ore para que o governo reveja sua posição e sustente a garantia constitucional de liberdade religiosa, permitindo a conversão de muçulmanos ao cristianismo sem ameaçá-los de morte.

4. Os cristãos sofrem com a miséria da nação. Ore para que cristãos estrangeiros ajudem a Mauritânia por meio de programas de desenvolvimento econômico e comunitário, o que poderia gerar boas relações entre a igreja e o governo.

5. A Igreja está diminuindo numericamente. Ore e peça que os poucos cristãos nativos, direcionados por Deus, tornem-se evangelistas ousados e compartilhem sua fé com outros mauritanos.

Fontes
- 2008 Report on International Religious Freedom
- BBC Country profile
- Países@
- Portas Abertas Internacional
- Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Human Development Reports
- The World Factbook
Via: Missões Portas Abertas 

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